A partir disso, podemos conhecer melhor a família Brassicaceae (Cruciferae) que apresenta várias espécies economicamente importantes para o uso como hortaliças, forragens, óleo, bem como plantas ornamentais e medicinais (GRIFFITHS et al., 1998). É composta por várias espécies, com destaque para o repolho (Brassica oleracea var. italica), a couve-flor (Brassica oleracea var. botrytis) , o brócolis (Brassica oleracea var. capitata) e a couve ( Brassica oleracea var. acephala). O consumo de vegetais crucíferos, particularmente o brócolis, tem sido associado com a redução do risco de câncer de mama em mulheres na pré-menopausa (AMBROSONE ET al., 2004), devendo ser consumidos diariamente e pesquisas recentes reforçam a tese de que o consumo de brássicas pode ajudar na prevenção e tratamento de doenças degenerativas. Um estudo com 48 mil homens mostrou que o câncer de bexiga era menor no grupo que consumia mais brócolis, couve-flor e repolho. O consumo de três porções diárias de vegetais como brócolis e repolho pode reduzir, até pela metade, o risco de câncer de próstata, revelou um estudo do Centro de Pesquisas do Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, nos Estados Unidos. Teremos então, um aliado contra essa enfermidade?
Estudos e Pesquisas dos alunos da disciplina Bromatologia em Saúde oferecida pela Faculdade de Farmácia da UFRJ, que adota um modelo tutorial, onde estudantes exercitam a construção autônoma de conhecimentos, com pesquisa e extensão convergindo para ensino.
Apresentação
Espaço para a apresentação e análise de estudos e pesquisas de alunos da UFRJ, resultantes da adoção do Método de Educação Tutorial, com o objetivo de difundir informações e orientações sobre Química, Toxicologia e Tecnologia de Alimentos.
O Blog também é parte das atividades do LabConsS - Laboratório de Vida Urbana, Consumo & Saúde, criado e operado pelo Grupo PET-SESu/Farmácia & Saúde Pública da UFRJ.Nesse contexto, quando se fala em Química e Tecnologia de Alimentos, se privilegia um olhar "Farmacêutico", um olhar "Sanitário", um olhar socialmente orientado e oriundo do universo do "Consumerismo e Saúde", em vez de apenas um reducionista Olhar Tecnológico.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Vegetais crucíferos: além de um rico alimento, pode ser um aliado na prevenção do câncer?
A partir disso, podemos conhecer melhor a família Brassicaceae (Cruciferae) que apresenta várias espécies economicamente importantes para o uso como hortaliças, forragens, óleo, bem como plantas ornamentais e medicinais (GRIFFITHS et al., 1998). É composta por várias espécies, com destaque para o repolho (Brassica oleracea var. italica), a couve-flor (Brassica oleracea var. botrytis) , o brócolis (Brassica oleracea var. capitata) e a couve ( Brassica oleracea var. acephala). O consumo de vegetais crucíferos, particularmente o brócolis, tem sido associado com a redução do risco de câncer de mama em mulheres na pré-menopausa (AMBROSONE ET al., 2004), devendo ser consumidos diariamente e pesquisas recentes reforçam a tese de que o consumo de brássicas pode ajudar na prevenção e tratamento de doenças degenerativas. Um estudo com 48 mil homens mostrou que o câncer de bexiga era menor no grupo que consumia mais brócolis, couve-flor e repolho. O consumo de três porções diárias de vegetais como brócolis e repolho pode reduzir, até pela metade, o risco de câncer de próstata, revelou um estudo do Centro de Pesquisas do Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, nos Estados Unidos. Teremos então, um aliado contra essa enfermidade?
Alho: Condimento e Medicamento?

Além de ser largamente utilizado na culinária como tempero, o alho tem sido empregado como medicamento a vários séculos. Mais recentemente, estudos têm comprovado a utilização do alho como imuno estimulante, antiaterosclerótico, anticancerígeno e antimicrobiano. E atualmente seu poder terapêutico é reconhecido pelo Ministério da Saúde bem como pelo FDA. Conheça os componentes responsáveis por essas propriedades terapêuticas e de que maneira pode beneficiar sua saúde...
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Linhaça contra câncer de mama e sintomas da menopausa: Cápsulas ou Sementes?

Leite de Soja: Alternativa ao leite?
Seis nozes para combater o colesterol: será mesmo uma boa alternativa?

Berinjela contra o colesterol - Mitos e verdades

Óleo de coco: É possível emagrecer sem esforços?
Análise do prazo de validade do requeijão tipo cremoso
Por Rafael Maciqueira e Rafaella Rebecchi
O requeijão é um produto tipicamente brasileiro, que possui, como ingrediente básico, o leite e, de acordo com a Portaria n.º 359, de 4 de setembro de 1997 do Ministério da Agricultura, o produto só pode ser reconhecido dessa forma se for "obtido pela fusão da massa coalhada, cozida ou não, dessorada e lavada, obtida por coagulação ácida e/ou enzimática do leite opcionalmente adicionada de creme de leite e/ou manteiga e/ou gordura anidra de leite ou butter oil. O produto poderá estar adicionado de condimentos, especiarias e/ou outras substâncias alimentícias."
Verdades e mitos sobre o cogumelo do sol

A Danone e seus probióticos: Activia e Actimel

Em 2008, a ANVISA determinou a suspensão da propaganda do Activia em todo país sob a alegação de que o produto estaria abusando dos meios de comunicação para vender o iogurte como se ele fosse "uma forma de tratamento para o funcionamento intestinal irregular”. Já na Europa, a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA) julgou improcedentes muitas alegações em favor da eventual melhoria da condição de saúde que o mesmo segmento da indústria alimentícia lá fazia. Um exemplo disso foi a proibição do comercial do Actimel, em que o produto era apontado como responsável por auxiliar jovens a debelar diversas doenças. A“UK’s Advertising Standards Authority” decidiu banir tal propaganda por julgar que estas não tinham embasamento científico. Nos Estados Unidos, a Danone foi multada em 21 milhões de dólares pelas autoridades, pois elas consideraram que a publicidade realizada para a divulgação desses produtos era efetivamente enganosa. Estes fatos nos fazem pensar no que prova a funcionalidade extra desses produtos em relação ao iogurte comum e, se a retirada das propagandas tem algum fundamento.
Avaliação do provável prazo de validade de queijos com soros (do tipo Minas Frescal)
Por:Bruna Torres e Julia RodriguesSabe-se que o queijo minas frescal é um alimento amplamente consumido pelos brasileiros e por ser um produto fresco, é susceptível a alterações microbiológicas e bioquímicas (o que encurta a sua vida útil) e que a qualidade desse produto está relacionada a diversos pontos críticos, como: condições sanitárias dos rebanhos, a qualidade do leite, as condições higiênicas e sanitárias de fabricação, transporte, comercialização, tempo e temperatura de conservação dos queijos durante a estocagem.
Considerando tais aspectos mencionados acima, decidimos através desse trabalho avaliar o prazo de validade determinado pelas indústrias, estabelecendo uma comparação entre a validade dos produtos vendidos a granel e os industrializados.
Linhaça dourada ou marrom ? moída ou inteira?
Aloe vera: só pode cheirar, comer nem pensar!
A espécie vegetal Aloe vera, popularmente conhecida como babosa, teve recentemente a comercialização, importação, fabricação e distribuição proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária quando sob a forma de alimentos e bebidas. A proibição foi calcada na alegação de que os benefícios desta planta não são cientificamente comprovados, tal como a segurança da mesma.Das balas ao chá, será mesmo o gengibre tão milagroso?

Logo, é de extrema importância que haja além de regulamentação, fiscalização intensa dos produtos expostos nas prateleiras das farmácias e de lojas que vendem produtos naturais, pois não são de conhecimento do consumidor certas reações adversas ou contraindicações, as quais não são especificadas pelos próprios produtores.
Chá mate comercial

Marcadores: Chá mate, antioxidante.
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Chá mate previne envelhecimento?
sábado, 3 de dezembro de 2011
O prazo de validade de azeitonas a granel
O prazo de validade de produtos a granel, conservados em salmouras, como azeitonas, é um assunto não muito explorado. Encontra-se muito acerca de produtos em sua embalagem final, mas não sobre estes mantidos em salmouras, ficando esta resposta dependente da informação passada pelos responsáveis por estes setores nos supermercados e do pouco que se encontra pela internet. A grande questão é: confiar ou não confiar? O melhor a ser feito é reunir as informações e procurar tirar conclusões adequadas, levando em conta o bom-senso, uma vez que o prazo da validade serve à maioria dos consumidores como um indicador da qualidade, da manutenção das características do produto, além de determinar o fato de comprar ou não comprar. AVALIAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE EM DIFERENTES APRESENTAÇÕES DE ATUM ENLATADO

Considerações sobre o prazo de validade de concentrados e molhos a base de tomate
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Validade do pão de forma: uma questão a ser discutida
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Avaliação do prazo de validade em corte de carne bovina vendida em supermercados da cidade do Rio de Janeiro

domingo, 27 de novembro de 2011
Aspectos Relacionados ao Prazo de Validade de Presuntos

Para a avaliação do prazo de validade de presuntos, foram analisadas 4 formas de comercialização deste produto: fatiado e embalado pela indústria (Perdigão, Seara e Sadia), fatiado e embalado pelo supermercado (Perdigão e Sadia - supermercados Extra e Walmart), fatiado a granel (Rezende - supermercado Mundial) e a peça inteira (Batavo, Perdigão e Sadia), totalizando 13 produtos. As informações foram coletadas nos dias 19/10/11 (Pão de Açúcar) e 21/10/11 (Extra, Walmart e Mundial).
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Avaliação do Prazo de Validade de Néctares de Laranja Industrializados

Os sucos de frutas são consumidos e apreciados em todo o mundo, não só pelo seu sabor, mas também por serem fontes naturais de carboidratos, carotenóides, vitaminas, minerais e outros componentes importantes. Uma mudança apropriada na dieta em relação à inclusão de componentes encontrados em frutas e suco de frutas pode ser importante na prevenção de doenças e para uma vida mais saudável. Nos últimos anos, devido principalmente à conscientização sobre as propriedades nutricionais das frutas e dos sucos naturais, ao ritmo de vida acelerado da sociedade atual, e a praticidade de preparo, o interesse do consumidor por esses produtos vem aumentando marcantemente.
O Brasil consolidou-se como o maior produtor mundial de sucos. O segmento de sucos prontos para beber tem apresentado elevadas taxas anuais de crescimento, acima de 42% entre 2004 e 2006, passando de 211,5 milhões de litros para mais de 301 milhões de litros e de R$ 707 milhões para mais de R$ 1,1 bilhão em vendas. Neste contexto, a legislação se faz imprescindível no estabelecimento de regras que contemplem os interesses de todos os envolvidos na cadeia produtiva.
A validade de néctares de diferentes frutas pode variar, dependendo de vários fatores como os meios de produção, adição de conservantes e processos sofridos durante a sua produção industrial, como pasteurização. Vejamos os processos e façamos uma análise dos néctares de laranja Dell Vale.
Comparação do prazo de validade de maioneses comercializadas em diferentes embalagens

segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Prazo de validade: Análise crítica comparativa de sanduíches naturais comercializados em lanchonetes e praias do Rio de Janeiro
O ver
ão se aproxima e, com ele, uma busca incansável pela boa forma. Neste contexto, ganham força os famosos “sanduíches naturais” que, muitas vezes, de naturais não têm nada.Eles são normalmente constituídos de maionese, creme de leite, carnes, peixes ou frango, que são alimentos altamente perecíveis e que requerem muitos cuidados quanto à higiene e temperatura de armazenamento. Contraditoriamente, são comercializados nas praias, sob sol de 40 ºC, frequentemente visto em nosso país. Por outro lado, têm-se os sanduíches industrializados, preparados com os mesmos ingredientes, e comercializados em lanchonetes e restaurantes, embalados e com prazo de validade estabelecido.
Surgem, então, os seguintes questionamentos: Por que os sanduíches de praia não têm um prazo de validade estabelecido e os industriais, ao contrário, o apresentam? Será que os prazos estabelecidos pelos fabricantes nos sanduíches industrializados são confiáveis? Quais os possíveis riscos resultantes do consumo em condições inadequadas?
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Política Nacional de Promoção da Saúde
domingo, 19 de junho de 2011
Extrato de Alecrim: Antioxidante natural e promissor para ALIMENTOS

Recentemente foi adicionada a lista de aditivos orgânicos da UE o extrato alcoólico de alecrim (Rosamarinus officinalis). Ele tem como constituinte principal o ácido carnósico, que possui uma atividade antioxidante superior em óleos vegetais comestíveis ricos em ácido linoléico, numa concentração menor que a dos compostos utilizados atualmente, como BHA E BHT.
Alternativas saudáveis vêm sendo evocadas pelos mais variados setores da sociedade, devido à exposição diária a uma sorte de produtos potencialmente tóxicos como os antioxidantes sintéticos citados no parágrafo anterior.
Em meio a esse cenário mundial podemos fazer a seguinte pergunta: Por que demoramos tanto a perceber que nossa maior fonte de antioxidantes está no nosso jardim?
domingo, 12 de junho de 2011
União Light: usar metade da quantidade é ser light?

Com a frase “União Light: É light. Pode acreditar.”, a União lança mais um produto que chama a atenção do consumidor. “Sabor igual ao açúcar com metade das calorias e o dobro do rendimento.” Será que esse açúcar realmente possui a metade das calorias que o açúcar tradicional? Será mesmo ele light? O segredo deste açúcar não está na redução de calorias e sim, em seu rendimento. Quer saber o segredo deste produto? Então,
A controvérsia da gordura interesterificada

quinta-feira, 9 de junho de 2011
Bromatologia em Saúde: Resíduo de Hexano em Óleo de Arroz: Quais os risco...
O óleo de cozinha e de outros produtos alimentícios pode ser produzido a partir de soja, amendoim, arroz, gérmen de milho, entre outros. Tradicionalmente, para se extrair o óleo de sementes vegetais empregam-se extrações com solventes orgânicos ou por prensagem das sementes. A extração do óleo de arroz da Irgovel é realizada utilizando o solvente hexano. Este solvente derivado do petróleo, ainda é o solvente mais empregado na extração de óleos vegetais. A freqüente exposição humana ao hexano pode causar irritação do trato respiratório, dor de cabeça, náuseas, sonolência, vertigens, pertubações visuais e auditivas. Os efeitos tóxicos do hexano estão relacionados principalmente ao seu metabólito 2,5-hexanodiona, produzido através da oxidação do hexano pelas enzimas hepáticas. O consumidor precisa ter consciência destes fatores e saber: Quanto de resíduo de hexano permanece no óleo? Quais são os riscos das concentrações expostas por esse produto em curto e longo prazo? Existem regulamentação e fiscalização das indústrias responsáveis? Por que o hexano é a opção, por ser barato e não por ser seguro?
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Salgadinhos: deliciosos ou perigosos? Os riscos do glutamato monossódico.

Atualmente o glutamato monossódico (GMS) é amplamente utilizado na indústria de alimentos como realçador de sabor. Segundo órgãos regulatórios como o FDA e a ANVISA, este está classificado como um aditivo seguro e por isso não possui um limite máximo regulamentado. O limite ficaria a critério da indústria de acordo com a intensidade de sabor que esta deseja adicionar ao produto. Porém estudos epidemiológicos correlacionam o consumo de GMS a diversos quadros patológicos como o Mal de Alzheimer, a doença de Huntington e também a chamada obesidade hipotalâmica.
Por Camilla Pimenta e Diogo Sales
sábado, 4 de junho de 2011
Sucralose. Consumir sem restrições?
Sem açúcar, com afeto: segundo a empresa Línea, o adoçante sucralose é o único adoçante artificial que pode ser utilizado sem restrições. Mas, sem restrições? E o que podemos dizer sobre o que seria, segundo a mesma empresa, tido como "escolha certa" para o uso de adoçantes sendo a sucralose um “primo” químico dos defensivos agrícolas, pesticidas e outros agrotóxicos? Isso poderia ter sérios riscos do ponto de vista toxicológico para ser dito que pode ser consumido “sem restrições”? E porquê teria, já que se trata de um "inofensivo" derivado do açúcar que adoçamos todos os dias os nossos cafezinhos? Por Diego Lopes e Adrian Sena, 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Uso de aceleradores do crescimento em alimentos: O curioso caso das melancias explosivas

No mês de maio deste ano fomos surpreendidos com uma curiosa notícia: “Uso de produtos químicos gera melancias explosivas na China”, alerta o título do Jornal Eletrônico do Estadão. A suspeita quando mais da metade das plantações de melancia no leste do país simplesmente explodiram foi o uso de um acelerador de crescimento conhecido como forclorfenurão. Embora a prática seja comum, a inexperiência de “novos” agricultores acrescida ao uso em concentrações absurdas da substância podem ter causado o fenômeno. Esse caso anormal nos permite questionar sobre o uso de hormônios e aceleradores de crescimento nos alimentos que ingerimos. Afinal, se essas substâncias são capazes de explodir melancias, o que será que não podem fazer no nosso organismo?!
Por: Laizes Johanson e Talita Stelling de Araújo
Corantes : Cores do mal ?

Considera-se corante a substância ou a mistura de substâncias que possuem a propriedade de conferir ou intensificar a coloração de alimento (e bebida).
Corantes são largamente usados em alimentos infantis afim de torná-los mais atrativos, mais bonitos. Cereais muitas vezes contém não só um, mas muitos deles. Os ditos artificiais são os comprovadamente mais prejudiciais podendo levar à hiperatividade, alergias e muitos outros problemas. Fez-se uma análise dos corantes utilizados em um cereal infantil e encontrou-se corantes naturais (cúrcuma e beta-caroteno, corantes artificiais: amarelo crepúsculo (INS 110); vermelho 40 (INS 129) e azul brilhante (INS 133). Muitos não? Que os corantes são usados largamente em produtos indutrializados todos já sabem mas e os malefícios? Aqueles que não são ditos nem mostrados no rótulos? Você já conhece?
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Miojo Turma da Mônica: “saboloso” e vitaminado
POWER: uma traquinagem da Trakinas?
Eu mandei avisar. Se você não leu, sinto muito...

A rotulagem dos alimentos é fundamental no âmbito do controle sanitário, a partir dessa premissa, alguns alimentos estão submetidos à regulamentações específicas por serem considerados “especiais”.
Alimentos para fins especiais, alimentos que apresentem declarações nutricionais (“claims”) e alimentos adicionados de nutrientes essenciais, devem apresentar obrigatoriamente informação nutricional complementar. Já alimentos que são comercializados em forma de cápsulas, comprimidos ou outras fórmulas farmacêuticas devem veicular em seus rótulos informações quanto às suas propriedades funcionais.
Contudo, muitas vezes essas informações são contraditórias e não são expostas de forma clara. E mesmo dessa forma estes produtos vão parar nas mãos dos consumidores, nos permitindo questionar: qual o papel das Agências Regulatórias na rotulagem e no controle sanitário de alimentos?
Coca-Cola Light Plus: uma nova tendência?

Como consta na tabela de informações nutricionais, uma lata da Coca-Cola Light Plus supre 23% das necessidades diárias de magnésio, zinco e das vitaminas B3, B6 e B12. Para se denominar “fonte” de vitaminas e minerais, uma bebida deve ter no mínimo de 7,5% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de referência por cada 100mL, segundo Portaria SVS/MS nº.31 de 13 de janeiro de 1998.
Mesmo assim, não deixa de ser refrigerante, sem açúcar, mas com outras substâncias que podem ser danosas ao organismo quando consumidas em excesso. Até que ponto esse consumo é saudável e quais as suas implicações?
Termogênicos: seu coração em risco?

A obesidade é uma doença que acomete pelo menos 10% da população mundial (dados de 2008). Segundo o IBGE, aproximadamente metade da população brasileira acima de 20 anos está acima do peso. Esta doença tornou-se um sério caso de saúde pública, uma vez que o excesso de peso está relacionado com o desenvolvimento de outras doenças crônicas como distúrbios cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2, osteoartrite, além de doenças psicossomáticas como depressão.
Diante dessa realidade, muitos tipos de produtos são lançados com a promessa da redução de peso sem esforço e com saúde. Dentre eles, destacam-se os suplementos termogênicos, que surgiram no mercado com a promessa de "queimar" a gordura através da promoção do aumento da temperatura corporal e alterações metabólicas. Para isso utilizam em sua formulação, por exemplo, fitoterápicos ricos em cafeína e substâncias com ação agonista adrenérgica comprovada. Sabe-se que estas substâncias podem aumentar, dentre outras, o risco de complicações cardiovasculares quando seu uso é indiscriminado, porém os produtos não informam suas concentrações no rótulo.
Diante do fato de que estes suplementos são livremente vendidos em drogarias e websites especializados, surgem alguns questionamentos: seriam os termogênicos seguros e benéficos para o uso, especialmente quando seu público alvo é composto, majoritariamente, de obesos ou sobrepesados? Não seria a hora de um controle mais rigoroso, por parte das agências regulatórias, da venda deste tipo de suplemento?
Barra de cereais: até que ponto ela pode ser sua aliada?
terça-feira, 31 de maio de 2011
Mass 27000®: cinco fontes de proteínas. Todos os aminoácidos essenciais?








