Apresentação

Espaço para a apresentação e análise de estudos e pesquisas de alunos da UFRJ, resultantes da adoção do Método de Educação Tutorial, com o objetivo de difundir informações e orientações sobre Química, Toxicologia e Tecnologia de Alimentos.

O Blog também é parte das atividades do LabConsS - Laboratório de Vida Urbana, Consumo & Saúde, criado e operado pelo Grupo PET-SESu/Farmácia & Saúde Pública da UFRJ.Nesse contexto, quando se fala em Química e Tecnologia de Alimentos, se privilegia um olhar "Farmacêutico", um olhar "Sanitário", um olhar socialmente orientado e oriundo do universo do "Consumerismo e Saúde", em vez de apenas um reducionista Olhar Tecnológico.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019


Goma carragena 



As gomas têm sido aplicadas na indústria de alimentos por serem capazes de atuar como agentes gelificantes, doadores de viscosidade, agentes de suspensão, e principalmente, para fins emulsificantes, estabilizantes e espessantes, isso devido a capacidade intrínseca de gelificar.


São classificadas polissacarídeos, e podem ser oriundas das mais diversas fontes, como vegetais, exsudato e sementes de plantas, produtos de biossíntese de microorganismos, e organismos marinhos como as algas. Utilizadas comercialmente nos mais diversos setores industriais, são indispensáveis na produção de diversos produtos alimentícios, por contribuírem para o espessamento, gelificação, estabilização, e formação de filme, além de atuarem como agentes auxiliares de processamento. Vale dizer que a estrutura das moléculas de polissacarídeos presente nas gomas lhes permite ter propriedades diferentes, a depender da fonte de onde foi extraída, de modo que diferentes gomas em proporções iguais apresentam propriedades reológicas diferentes, isso quer dizer que, as gomas como moléculas relativamente lineares como a goma tragacanto ou a adraganta, formam soluções mais viscosas se comparadas as gomas de forma esférica, como a goma arábica por exemplo. Já as de cadeia ramificadas formam géis com facilidade e são altamente estáveis, visto que as ramificações impedem que ocorram interações intermoleculares. Algumas gomas com ramificações e estrutura linear e longa têm propriedades mistas. No geral, as propriedades mais importantes de uma solução de goma são a água ligada, viscosidade em termos de gelatinização e capacidade espessante.

            No grupo das gomas oriundas de exsudatos de plantas terrestres, pode-se elencar a goma arábica (também chamada de acácia), goma karaya, goma adraganta e goma ghatti. Já dentre as gomas extraídas de sementes de plantas terrestres estão a goma locusta, jataí ou LGB e a goma guar. As gomas extraídas de plantas marinhas incluem os alginatos, a goma agar e a goma carragena. As gomas obtidas a partir de processos microbiológicos, goma xantana e a goma gelana. E no grupo das gomas obtidas por modificação química de produtos vegetais, destacam-se as modificações químicas da celulose e da pectina, que conduzem à obtenção e coloides com porpriedades gelificante.


A carragena é um grupo de polissacarídeos estrutural presente células de algas do filo Rhodophyta, as quais possuem aplicabilidade no setor alimentício para fins emulsificante, geleificante, estabilizante, capaz de manter partículas em suspensão, controlar fluidez e conferir sensação tátil bucal de gordura.
Os gêneros mais usados para extração da goma carragena, e que crescem em águas frias, são as Gigartina, Chondrus e Iridaea; e as pertencentes à família Gigartinaceae do gênero Euchema e Hypnea, pertencem respectivamente, às famílias Solieriaceae e Hypneaceae, e nascem em águas mais quentes.
Dentre os usos da carragena na indústria alimentícia, pode-se citar a produção de sobremesas do tipo gelatina, sucos de frutas, geléias e marmeladas, carnes processadas, sobremesas gelificadas de leite, produtos lácteos, emulsões lácteas, produtos lácteos fermentados e na produção de cerveja.
É possível separar a carragena em diferentes três tipos a partir das propriedades fisico-químicas, sendo carragenas do tipo Kappa (κ - capaz de formar um gel rígido, quebradiço, termoestável, apresenta sinérese - extrusão espontânea de água através da superfície do gel em repouso -, e tem alta força gelificante) e Lambda (λ - solúvel a frio, não gelificante e doadora de viscosidade), comum as Gigartinaceae, enquanto as Solieriaceae produzem carragenas do tipo Kappa (κ) e lota (ι - forma gel elástico, termorreversível, não apresenta sinérese e propriedade tixotrópica). Há, também, uma diferenciação adicional e menos usual, a qual classifica a partir do número, posição dos grupos sulfatos e, presença de ligação 3’,6’-anidro entre os resíduos D-galactopiranosilos. Vale salientar que, maiores níveis de éster sulfato culminam em menor força de gelificação e baixa temperatura de solubilização.
A capacidade de formar géis estáveis característico do tipo Kappa e lota por meio do resfriamento é inerente a formação da formação estrutural dos polímeros em da dupla hélice, o quais se organizam de maneira aleatória quando estão submetidos em condições de temperatura superior a temperatura de fusão do gel. Quando resfriado, os polímeros formam rede tridimensional na qual as duplas hélices constituem os pontos de junção das cadeias do polímero. A presença de alças na cadeia bem como o número, tipo e posição dos grupos de éster sulfato têm efeitos importantes nas propriedades de gelificação.No entanto, as carragenas do tipo kappa e lota formam gel em água somente na presença de sais de potássio ou cálcio, porém não são necessários em leite.
A aplicação das carragenas na indústria de alimentos, é principalmente no setor de laticínios uma vez que a carragena, diferente dos demais colóides supracitados, é a capacidade de interagir com as proteínas presentes no leite a partir de interações eletroestáticas que ocorrem entre as cargas negativas do éster de sulfato da carragena e a caseína, que é positivamente carregada, presente na micela do leite. Uma segunda forma de interação entre as proteínas do leite com os grupos ésteres de sulfato da carragena e os resíduos carboxílicos presentes nos aminoácidos. Essa reatividade depende de fatores como a concentração de carragena, o tipo de proteína, temperatura, pH e o ponto isoelétrico da proteína. Tal reatividade da carragena com as proteínas do leite adjunto a capacidade intrínseca de formação de gel confere um bom efeito estabilizante e gelificante de produtos lácteos.
Quanto a capacidade de agir como doador de viscosidade da carragena, se deve a concentração do colóide, do tipo de carragena, da temperatura, presença de outros solventes no meio, e o peso molecular; quanto maior o peso molecular, maior concentração do colóide e menor temperatura da solução, maior é a viscosidade.

A Resolução da Diretoria Colegiada - RDC Nº 45, de  3 de novembro de 2010 dispõe de informações sobre os aditivos alimentares autorizados para uso segundo as Boas Práticas de Fabricação (BPF), e também, classifica a carragena como agente emulsionante, gelificante, espessante (doador de viscosidade) e estabilizante. Define o limite máximo permitido em alguns alimentos, como por exemplo, para massas alimentícias secas com ovos, com ou sem vegetais verdes, tomate, pimentão ou outros   0,8 g em 100 g (como peso do extrato seco desengordurado do leite), somente para massas preparadas com leite de carragena, atuando nesse produto como estabilizante e emulsificante.
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A RDC Nº239, de 26 de julho de 2018, estabelece os aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia autorizados para uso em suplementos alimentares e também lista os limites máximos e condições de uso. E também, estabelece limites máximos e condições de uso dos suplementos alimentares indicados para lactentes ou para crianças de primeira infância, os aditivos alimentares autorizados, nas suas respectivas funções. A goma em questão, só é considerada para alimentos suplementares em formas de consumo sólidas ou semisólidas, incluindo drágeas, cápsulas gelatinosas, cápsulas, granulados, pastilhas e formas mastigáveis, podendo ser usada com objetivo glaceante, ou seja, conferir aparência brilhante ou adicionar um revestimento protetor.
No entanto, a resolução CNS/MS nº4, de 24 de novembro de 1988, lista as concentrações máximas permitidas para aditivos intencionais, dentre essas, a concentração máxima de carragena em g/100g ou g/100mL como espessante em alimentos como creme de leite esterelizado (0,50 g), coberturas e xaropes para gelados e comestíveis (0,50g), cobertura para saladas (0,50), sobremesa e pós para sobremesa de gelatinas, flans, pudins e similares (50g no p.s.c), leite gelificado (0,50g), entre outros.

Deste modo, conclui-se que as gomas têm diferentes aplicabilidades na indústria de alimentos, sendo a carragena utilizada principalmente na produção de produtos lácteos, e devido a sua estrutura molecular, esse hidrocolóide tem 4 funções/aplicabilidades. E também é possível concluir que segundo a legislação para o uso desses aditivos,  apesar dos limites descritos na resolução CNS/MS nº4, durante a pesquisa na literatura, não foi observada qualquer relação entre os limites estabelecidos e a carragena; bem como a grande maioria dos espessantes não têm limite máximo de ingestão estabelecido por quantidade de alimento, somente a indicação quantum satis (quantidade suficiente). De mesma maneira que a maioria dos espessantes e/ou estabilizantes não tem ingestão diária aceitável especificada, o que significa que eles não têm um valor limitante estabelecido porque apresentam níveis de toxicidade muito baixos, não representando perigo à saúde.



Referências:

DOSSIÊ Gomas.  Food Ingredients Brasil, São Paulo, Nº 32, 2015. 
Disponível em: http://revista-fi.com.br/upload_arquivos/201703/2017030190080001489666223.pdf

AS Grandes Gomas. Revista Aditivos e Ingredientes, nº 79, 2011. 



ANVISA. AGENCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução da diretoria colegiada- RDC nº 239, de 26 de julho de 2018. 



ANVISA. AGENCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução da diretoria colegiada- RDC nº45, de 03 de novembro de 2018. 




segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Coca-cola: os malefícios da cafeína

   A Coca-cola é bastante conhecida ao redor do mundo e, notavelmente, é um dos refrigerantes mais populares na mesa do brasileiro. Muito se sabe acerca dos malefícios do consumo exacerbado de refrigerantes para a saúde dos consumidores, porém o consumo consciente também pode ser prejudicial quando associado a outras bebidas. O perigo se esconde em sua fórmula: a cafeína.
   É uma bebida gaseificada com sabor de noz de cola. Inicialmente, foi produzida como remédio, porém posteriormente foi observado seu grande potencial como refrigerante.



   Em sua composição, contém: Água gaseificada, açúcar, extrato de noz de cola, cafeína, corante caramelo IV, acidulante ácido fosfórico e aroma natural. O extrato de noz de cola é o que confere o sabor marcante desse produto e advém de um grão vermelho do fruto da Cola acuminata. Esse grão possui um teor de cafeína de 24%, contendo ainda teobromina - um alcalóide diurético e vasodilatador. Há muitos anos, essa noz era mascada por nativos africanos para combater a fome e o cansaço, assim como é feito com as folhas de coca.

Fundamentos bromatológicos

Muito se fala acerca dos prejuízos que o consumo exacerbado de refrigerantes e outras bebidas açucaradas causam ao organismo, podendo até mesmo auxiliar o desenvolvimento de comorbidades, como obesidade e diabetes. Além disso, são bebidas sem valor nutricional, repletas de corantes e conservantes, que também não agregam melhorias à saúde dos indivíduos.
    Ainda, a cafeína também é um dos principais componentes do refrigerante de cola. Esse alcalóide é muito conhecido - principalmente por causa do café - devido a sua capacidade estimulante, agindo diretamente no sistema nervoso central. Uma lata de Coca-cola contém em média 8mg de cafeína a cada 100mL. Também, recentemente foi lançada uma versão da Coca-cola Plus, com 40% mais de cafeína, ou seja, cerca de 15mg a cada 100mL.

Legislação

   Segundo a RDC nº 24/2010, que otimiza a identificação das faixas de teor nutricional dos alimentos, a Coca-cola se encaixa na seguinte definição:

“Bebidas com baixo teor nutricional são os refrigerantes, refrescos artificiais e bebidas ou concentrados para o preparo de bebidas à base de xarope de guaraná ou groselha e chás prontos para o consumo. Também se incluem nessa definição aquelas adicionadas de cafeína, taurina, glucoronolactona ou qualquer substância que atue como estimulante no sistema nervoso central.”

   Logo, podemos observar que a presença de cafeína nesses produtos é permitida por lei, sendo determinado na RDC nº 273/2005 a quantidade máxima desse componente:
35 mg/100 mL. Além disso, nessa resolução ainda determina a obrigatoriedade de inclusão no rótulo a quantidade de determinados componentes, incluindo a cafeína, de acordo com este artigo:

“7.1.2. Devem constar, na lista de ingredientes, a(s) quantidade(s) de cafeína, taurina, inositol e glucoronolactona presente(s) na porção do produto.”

Discussão

   A cafeína em si pode ser uma grande aliada para combater o cansaço, mas a problemática está no consumo exacerbado dessa substância, visto que não está presente apenas em café e refrigerantes de cola, mas também em energéticos e chás. Sendo assim, muitas vezes o consumidor ingere mais de um desses líquidos por dia, sem nem ao mesmo saber que está expondo seu organismo a doses elevados de cafeína.
    Imagine quão comum é um indivíduo acordar e beber algumas xícaras de café, ao longo do dia acompanhar refeições com uma Coca-cola, misturar energético com bebidas alcoólicas ao sair a noite e, por fim, beber um chá para acalmar antes de ir para cama. Dependendo das quantidades de cada bebida, fica claro a facilidade de ultrapassar os 300mg recomendados pela Autoridade Europeia de Segurança Alimentícia.
   E por ser uma droga, seu excesso causa diversos efeitos colaterais, podendo até mesmo ser fatal. Dores de cabeças, insônia e ansiedade estão entre os efeitos adversos mais comuns associados a superdoses de cafeína, podendo levar a um quadro de irritabilidade. Além disso, a cafeína é capaz de elevar a pressão, sendo necessário uma maior atenção por parte dos hipertensivos. E, por fim, aumenta a diurese, chamando a atenção para o risco de desidratação, e pode causar refluxo e outros desconfortos gastrointestinais.

Conclusão

 Com isso, conclui-se que é necessário cuidados com o consumo exacerbado de bebidas que contém cafeína, além de uma maior divulgação acerca dos malefícios que esse consumo pode acarretar ao organismo. Também, há bebidas em que muitos não sabem da presença da cafeína, como alguns chás, mostrando a necessidade de uma maior discussão acerca do tema e medidas preventivas a fim de evitar intoxicações pela cafeína.







Referências

Coca-cola Original, disponível em: <https://www.cocacolabrasil.com.br/marcas/coca-cola/coca-cola>
Acessado em: 27/11/2019
Resolução RDC nº 273, de 22 de setembro de 2005, disponível em: <https://www.saude.rj.gov.br/comum/code/MostrarArquivo.php?C=MjIzOA%2C%2C> Acessado em: 27/11/2019
RESOLUÇÃO ANVISA Nº 24/2010, disponível em: <http://189.28.128.100/nutricao/docs/legislacao/resolucao_rdc24_29_06_2010.pdf> Acessado em: 27/11/2019
Cafeína: quantidade ideal a ser consumida por dia, disponível em: <http://189.28.128.100/nutricao/docs/legislacao/resolucao_rdc24_29_06_2010.pdf> Acessado em: 27/11/2019

domingo, 15 de dezembro de 2019

Nutren - Suplemento nutricional para idosos



A partir dos 50 anos de idade, é comum ocorrer alterações e desgastes musculares e ósseos, prejudicando pessoas que possuem uma vida ativa ou não. Para ajudar a manter ossos e músculos fortes e garantir vitalidade no dia a dia, a Nestlé conta com Nutren Senior, um complemento alimentar que combina cálcio, proteína, vitamina D e mais outros nutrientes essenciais para o seu corpo. 

Shake Herbalife substitui bem uma refeição?

Para atuar no controle de peso
Herbalife é saudável e recomendado por médicos

Shake Herbalife é anunciado como alternativa para controlar o peso, substituindo uma refeição. Mas acontece que, quando comparado em Nutrição e Preço, com outros produtos ofertados no mercado varejista... <!--more-->

sábado, 14 de dezembro de 2019

Infant Formula: Kabrita 2


Pessoas de todas as idades podem ser beneficiadas com o consumo de leite de cabra, principalmente as crianças, pois sua digestão...

Termogênicos podem ser potencialmente perigosos à saúde?

A utilização de suplementos com atividade termogênica tem se tornado cada vez mais comum dentre os praticantes de atividades físicas, porém a busca por uma melhor performance esportiva possui riscos que não podem ser detectados a olho nú.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

INFATRINI: os desafios pré e pós cirúrgicos



O Infatrini é um suporte nutricional que contém todos os nutrientes necessários para os lactentes, por se tratar de uma dieta hipercalórica, e com excelente oferta proteica.

Neslac Comfor e a obesidade infantil

Neslac Comfor é apresentado como um suplemento alimentar para crianças na fase pré-escolar qual é a sua influência na alimentação de crianças na fase onde estão aprendendo e descobrindo o paladar?

quarta-feira, 3 de julho de 2019

MFGM no Enfamil NeuroPro Infant

O Enfamil NeuroPro Infant é uma fórmula infantil para lactentes que possui em sua composição uma mistura de MFGM e DHA, e por isso, faz a promessa de entregar ao seu bebê um melhor desenvolvimento cognitivo nos primeiros 12 meses de vida quando comparado com outras fórmulas.

terça-feira, 2 de julho de 2019

Maltodextrinas na Infant Fórmula.

    
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         As maltodextrinas são produtos da hidrólise parcial do amido e têm sido largamente utilizadas em muitos tipos de alimentos processados e fórmulas infantis, por seu sabor levemente adocicado, logo o que seu consumo excessivo pode ocasionar aos lactentes?

O Nan Supreme 1 em leites infantis

O consumo frequente em grande quantidade de Nan supreme poderia causar deficiência nutricional? Entretanto, [leia mais]

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Soja em Infant Fórmulas: Uma avalição bromatológica



Soja em Infant Fórmulas.

Usado para intolerantes à lactose, mas por quê tanto efeitos adversos?


As fórmulas à base de soja podem ser utilizadas como substitutas ao leite de vaca, para crianças que apresentem a intolerância, mas estudos vêm provando que a soja em longo prazo tem trazido alguns efeitos adversos.




Avaliação bromatológica: Nestogeno 1



Vivemos em uma era onde a busca por alimentação prática e saudável é constante. Por muitas vezes podemos nos equivocar ao achar que qualquer alimento industrializado pode mimetizar nutricionalmente à ingestão de alimentos in natura ou minimamente processados. Neste trabalho vamos avaliar brevemente se o Nestogeno é uma opção que irá suprir necessidades básicas nutricionais de um recém nascido.

Nestogeno 1, é ideal para bebês?

Avaliação e comparação de aspectos bromatológicos

O consumo e a oferta de infant fórmulas vêm crescendo com o desenvolvimento e a criatividade da indústria alimentícia. Sabemos das vantagens do aleitamento materno e que sua composição nutricional é impossível de ser totalmente mimetizada, já que é um alimento biológico. Uma análise detalhada da composição nutricional do produto pode explicar os efeitos indesejados causados por esses alimentos. A marca Nestogeno® da Nestlé é uma das mais procuradas e bem difundidas no mercado. Sua composição é ideal como primeiro alimento para lactentes?

NAN COMFOR 1

A organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) há muito reconhecem que o leite materno exclusivo é o alimento ideal para o crescimento e o desenvolvimento infantis, especialmente nos primeiros seis meses de vida. Entretanto, muitas mães têm introduzido novos produtos para os bebês antes do tempo recomendado.