Estudos e Pesquisas dos alunos da disciplina Bromatologia em Saúde oferecida pela Faculdade de Farmácia da UFRJ, que adota um modelo tutorial, onde estudantes exercitam a construção autônoma de conhecimentos, com pesquisa e extensão convergindo para ensino.
Apresentação
Espaço para a apresentação e análise de estudos e pesquisas de alunos da UFRJ, resultantes da adoção do Método de Educação Tutorial, com o objetivo de difundir informações e orientações sobre Química, Toxicologia e Tecnologia de Alimentos.
O Blog também é parte das atividades do LabConsS - Laboratório de Vida Urbana, Consumo & Saúde, criado e operado pelo Grupo PET-SESu/Farmácia & Saúde Pública da UFRJ.Nesse contexto, quando se fala em Química e Tecnologia de Alimentos, se privilegia um olhar "Farmacêutico", um olhar "Sanitário", um olhar socialmente orientado e oriundo do universo do "Consumerismo e Saúde", em vez de apenas um reducionista Olhar Tecnológico.
domingo, 7 de agosto de 2016
O desmame precoce e o uso indiscriminado dos substitutos do leite materno vêm aumentando com o passar dos anos. Apesar da substituição do peito por produtos industrializados ter origem histórica, será esta, uma boa prática? Confira!
Leite condensado diet: efeitos da sucralose em sobremesas quentes.
sábado, 6 de agosto de 2016
- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Aleitamento materno, distribuição de leites e fórmulas infantis em estabelecimentos de saúde e a legislação. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/aleitamento_materno_distribuicao_leite.pdf>
- ANVISA. Perguntas e Respostas sobre Fórmulas Infantis. Disponível em <http://portal.anvisa.gov.br/documents/33916/2810640/Formulas+infantis/b6174467-e510-4098-9d9a-becd70216afa>
Normas para fabricação de alimentos para crianças e bebês são atualizadas. Disponível em < http://www.brasil.gov.br/saude/2013/01/normas-para-fabricacao-de-alimentos-para-criancas-e-bebes-sao-atualizadas >
- CASIMIRO et al. FATORES QUE INTERFEREM NO ALEITAMENTO MATERNO. Disponível em < http://www.revistarene.ufc.br/10.3/html/6.htm >
- GIUGLIANI, E., R., J., Problemas comuns na lactação e seu manejo. Jornal de Pediatria. Disponível em < http://www.scielo.br/pdf/jped/v80n5s0/v80n5s0a06.pdf >
Cafeína e sua segurança para uso como estimulante do sistema nervoso central
MARKETING OU PROPRIEDADES DETOX?
FOLHA
DE SÃO PAULO, ANVISA suspende publicidade irregular de 21 produtos detox.
Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/07/1658026-anvisa-suspende-publicidade-irregular-de-21-produtos-detox.shtml.
Acesso em: 25/07/2016.
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Os valores de ingestão devem ser atingidos através de tudo que é consumido no dia por um indivíduo adulto saudável (sem doença prévia ou gestação). Dessa forma, somam-se os alimentos, os suplementos e bebidas ingeridos em um dia.
Comprovações da relação entre consumo de vitaminas e minerais e crescimento e aumento de força e resistência de cabelos vêm sendo muito procuradas no meio científico. Além disso, especialistas tendem a descobrir as causas dos problemas de queda e falta de crescimento capilar previamente, para assim, definir melhores planos de ação para solucioná-los, pois se sabe que nessas causas há a possibilidade de fatores genéticos e/ou hormonais e/ou nutricionais estarem envolvidos.
Os componentes mais frequentes nos produtos observados estão a seguir com suas principais ações conhecidas de forma bem resumida:
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| Fonte: portal.anvisa.gov.br |
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| Fonte: portal.anvisa.gov.br |
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| Fonte: Folheto explicativo do produto |
Segundo as composições fornecidas por alguns produtos observados, como visto acima, percebe-se que alguns desses componentes estão presentes acima das recomendações diárias da ANVISA como a biotina, por exemplo. Em outros casos, as quantidades presentes estão muito próximas daquelas recomendadas para 1 dia, o que pode acarretar um excesso desses componentes ao levar em conta a obtenção desses mesmos componentes na própria alimentação do indivíduo. Aqui podemos citar a vitamina A, vitamina B6, vitamina E, vitamina B12, zinco, dentre outros. Dessa forma, se o indivíduo não apresentar carência desses nutrientes e utilizar um suplemento vitamínico/mineral de venda livre, pode apresentar danos à saúde.
Além disso, ainda não há dados na literatura científica que concluem que apenas vitaminas e minerais podem fazer, de fato, o cabelo crescer ou torná-lo mais forte e resistente. O que vêm sendo discutido são os hábitos alimentares das pessoas que apresentam problemas de queda ou falta de crescimento dos cabelos; assim como as causas do problema, podendo ser de fundo genético e/ou hormonal e/ou nutricional, dentre outras. Se a causa da queda ou falta de crescimento do cabelo não for uma carência nutricional, os suplementos observados não serão úteis para cessar o problema.
A maioria dos produtos observados não divulgou estudos onde foram confirmadas as alegações terapêuticas presentes nos rótulos. Aqueles produtos, que indicaram a presença de estudos, não especificaram as condições que esses foram realizados, assim como tamanho das amostras, dados omitidos em folheto explicativo que podem enviesar esses estudos.
Outro fator a ser discutido é a alegação terapêutica (combate à queda, auxilia em crescimento capilar, dentre outras) que vem sendo realizada por esses produtos mesmo sem possuir registro sanitário e apresentar comprovação científica para tal. Dessa forma, o consumidor pode ser induzido ao erro.














